Autor: Fernando

Desvio Condicional em Shell Script

Ao contruir um código fonte você verá que em determinados momentos é preciso desviar o fluxo natural do programa para executar blocos de códigos excepcionais, terá a necessidade de desviar sua rota com tomadas de decisão ou desvio condicional, que poderá interferir circunstancialmente na execução do teu sistema. O shell script possui o desvio condicional para manipulação do fluxo do script com os comandos (if / else / case), onde veremos alguns exemplos. Comando if. O comando “if“, desvia o fluxo natural de acordo com a condição especificada, vejamos: if [ condição ]; then comando...1 comando...2 comando...N fi Para efetuar teste condicionais, o shell script possui operadores de verificação como (maior/menor/menor que/igual/ etc …) veja abaixo os exemplos : -eq igual -ne diferente -gt maior -ge maior ou igual -lt menor -le menor ou igual -d se é um diretório -e se existe -z se é vazio -f se contem texto. -r se o arquivo possui permissão de leitura -w se o arquivo possui permissão de escrita. -x se o arquivo é executavel. Vamos ver um exemplo prático, se quiser verificar se um diretório já existe no sistema de arquivo usamos o código a seguir: #------------------------------------------------------------------------- #!/bin/bash #------------------------------------------------------------------------- # Teste de desvio condicional # # @FILESOURCE Nome-do-seu-script.sh # @AUTHOR o-Seu-nome # @DATE Seg 19 Out, 01:39 - 2009 # @VERSION 1.0.0 #------------------------------------------------------------------------- #------------------------------------------------------------------------- # __BEGIN_MAIN__ if [ ! -d...

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Criando Funções no Shell Script

Podemos estruturar o nosso código fonte em shell script para torna-lo modular, criando assim uma biblioteca de funções para serem reutilizadas quando necessário durante a programação de acordo com a implementação. Esta função que nada mais é do que um bloco de código que pode ser invocado pelo resto do script apenas instanciando o nome da função, evitando assim a digitação do mesmo código ao longo do script. A função deve ser declarada no início do arquivo para torna-la global a todo o resto do código fonte, possibilitando assim a sua invocação. Logo abaixo segue o esquema de declaração de uma função em shell script ficando aqui a dica podendo construir nossas funções de duas maneiras: function nome-da-função { comando-1 ... comando-2 ... comando-N ... } ou nome-da-função () { comando-1 ... comando-2 ... comando-N ... } Abaixo segue um exemplo prático simples de uma função em shell script. Ex.: #------------------------------------------------------------------ #!/bin/bash #------------------------------------------------------------------ # Declaração de uma função em shell script. #------------------------------------------------------------------ ListDirectory () { list=$(ls -al $1) echo "$list" } # Invocação da funcção ListDirectory ListDirectory '/usr/share/bin/' Reparem que a declaração acima é bem simples, como já foi dito na postagem anterior, ela é iniciada com a declaração do shell a ser utilizado que no nosso caso é “bash Bourne Shell”. O método leva o nome de listDirectory, que lista de forma personalizada o diretório que lhe é...

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Criando Programas Shell Script

O que é Shell Script ? O shell script é um arquivo com comandos e instruções para ser interpretado pelo shell de comandos das variantes dos sistemas operacionais Linux/Unix ou até mesmo variantes de shell. Um script pode ser definido também como um arquivo executavel onde esta maravilhosa ferramenta de automação possibilita aos administradores de sistemas, redes, servidores ou desktops baseados no Pinguim facilitarem o seu trabalho. O shell é a camada mais externa do sistema sendo ele a porta de entrada e comunicação entre o usuário e o sistema operacional. Com uma gama imensa de comandos disponiveis para o usuário é possivel executar diversas tarefas ou automatiza-las para serem executadas (interpretadas) pelo sistema, sendo possivel automatizar tarefas como backup, sincronismos de diversos tipos(como em servidores de arquivos), controle de discos, usuários, serviços e acesso remoto etc. Abaixo segue algumas variantes do shell. sh – Bourne shell ksh – korn shell csh – C shell bash – Bourne-Again shell Iniciando um Script Shell. Faz se necessário porem não tira o poder de execução do script a declaração do shell a ser usado na primeira linha do arquivo de script, pois se não declarado o script será executado no shell padrão. Logo abaixo vai um exemplo de como declarar na primeira linha do arquivo o shell a ser usado. Variantes de shell linux/unix declaração: #!/bin/sh Declaração de shell Bourne Shell....

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Instalando e Configurando SSH no Linux

Para efetuar uma administração em um servidor remoto podemos usar o SSH (Secure Shell) com grande segurança. Se pesquisar-mos o que é o SSH, veremos que ele é um programa e também um Protocolo de rede que possibilita a execução de um terminal remoto na máquina que hospeda o serviço com criptografia. Primeiramente vamos verificas a existência do programa no sistema operacional, vou mostrar a forma de instalar ou compilar o programa com o código fonte em seu sistema. Para Instalação no Debian, Ubuntu ou seje derivados do Debian (*.deb) basta digitar o seguinte comando: # apt-get install openssh-server Geralmente não precisa iniciar o programa mas em todo caso se precisarem usem: # /etc/init.d/ssh start Já para versões baseada em pacotes rpm como o Red Hat, Fedora, CentOS … entre com este comando: # yum install openssh-server # service sshd start ou # /etc/init.d/sshd start Agora se precisar compilar o código fonte, você pode ir até o site http://www.openssh.com e baixar o arquivo compactado *.tar.gz, mas irei dar o caminho das pedras pelo link http://mirrors.uol.com.br/pub/OpenBSD/OpenSSH/portable/ e escolher a versão que melhor lhe convir. Após efetuar o download descompacte o arquivo. # tar -xvf openssh-3.8p1.tar.gz # cd openssh-3.8p1 # ./configure # make # make install # /usr/local/sbin/sshd Pronto o SSH está instalado. Após a Instalação vamos geras as chaves para podermos conectar ao host-remoto apenas pela chave. Digitamos o seguinte...

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CSS Padrão Entre Navegadores Web

Quem é desenvolvedor web sabe que é árdua a tarefa de deixar o seu layout compativel com todos os browsers web, pois a padronização entre eles não é compativel, ainda mais que os engines  utilizados são deferentes de navegador para navegador. Uma forma de amenizar esta situação e zerar o CSS para todos os navegadores e assim deixar esta tarefa mais facil. Veja abaixo um exemplo do código CSS: /* =========================================================== // Zera as configurações padrões dos elementos html. =========================================================== */ html, body, div, span, applet, object, iframe, h1, h2, h3, h4, h5, h6, p, blockquote, pre, a, abbr, acronym, address, big, cite, code, del, dfn, font, img, ins, kbd, q, s, samp, small, strike, strong, sub, sup, tt, var, dl, dt, dd, ol, ul, li, fieldset, form, label, legend, table, caption, tbody, tfoot, thead, tr, th, td { margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 100%; font-family: inherit; vertical-align: baseline; } :focus { outline: 0px; } /* --------------------------------------------------------------------------------------------- */ /* Configuração básica padrão para os elementos HTML entre os navegadores web. */ /* --------------------------------------------------------------------------------------------- */ h1 { font-size: 18px; } h2 { font-size: 16px; } h3 { font-size: 14px; } h1, h2, h3 { margin: 16px 0; } h1, h2, h3, h4, h5, h6, strong { font-weight: bold; } abbr, acronym { border-bottom: 1px dotted #000; cursor: help; } em { font-style:...

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